As raças de cachorros mais populares no Brasil

Todas já sabem e percebem olhando nas ruas e casas que o cachorro é o animal favorito do brasileiro. Em 2015 foi feito um levantamento pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) que já são mais de 52 milhões de cachorros espalhados pelo o Brasil (considerando apenas os de domicílios). Imagine só contando os cachorros de rua, que nós também sabemos que são milhares apenas observando quando estamos andando.

Esse número representa um total de 45% dos lares do Brasil com cachorros. E adivinhem qual é o primeiro disparado dessa lista de cachorros mais populares do brasil? Sim, são eles, os vira-latas.

Já com as outras raças existem algumas diferenças entre as diversas pesquisas feitas, então é normal ler por aí diferentes rankings dos queridinhos pets caninos. A lista abaixo é uma mistura entre os dados da empresa Dog Hero (famosa plataforma de serviços que liga cuidadores de cães como donos que precisam deixar em algum lugar por algum período ausente), e também conta com dados da Instituto Qualibest (empresa de pesquisas de mercado).

Top 10 raças de cachorros de estimação no Brasil:

1- Vira-latas: segundo uma pesquisa do Instituto Qualibest, 41% dos mais de 50 milhões de cães domiciliares são vira-latas

2- Shih tzu

3- Yorkshire

4- Poodle

5- Lhasa apso

6- Buldogue Inglês

7- Golden retriever

8- Labrador

9- Maltês

10- Pinscher

Maltês:

Os primeiros registros do maltês têm mais de 6 mil anos. E sua origem é uma controvérsia. Alguns creem que a raça surgiu na Ásia. Mas, a história mais aceita é sua origem da ilha de Malta, próxima da Itália. Por isso o seu nome. No passado acreditava-se que os pelos do Maltês poderia curar doenças e usavam os seus fios para fazer luvas.

Shih tzu:

O nome deles significa “pequeno leão” em chinês. Diz uma lenda que os lamas do Tibete criaram os shihtzus como um presente aos imperadores chineses. Outra lenda seria que eles seriam a reencarnação de deuses arteiros. Isso explicaria a fama de raça desobediente. Sempre bons cães de companhia, os chineses os usavam para esquentar os pés.

Yorkshire:

Meigo, esperto e companheiro, ele é um dos queridinhos das celebridades. O segredo dessa predileção pode estar relacionado a um detalhe estético. A raça, como sugere o nome, foi criada no condado de Yorkshire, na Inglaterra, por volta de 1800. E a sua origem não tem lá muito glamour. O cão surgiu para ajudar camponeses a caçar roedores em tocas subterrâneas, pois o porte pequeno facilitava o acesso aos buracos. Foi essa estrutura mignon que ajudou a yorkshire Smoky a se tornar uma heroína do Exército americano na 2ª Guerra.

Poodle:

Esse é o segundo cão mais inteligente do mundo, atrás apenas do border collie. O poodle surgiu para pegar pesado no trabalho. Sua função era buscar as caças que caíam nos rios (o que faz dele um retriever). Até aquele penteado espalhafatoso, com pouco pelo nas patas e bastante na cabeça e no peito, foi pensado para a labuta. Chamado de “tosa leão”, o corte diminui o atrito com a água e protege as áreas vitais.

Lhasa apso:

O lhasa apso surgiu há 500 anos para atuar como guardião dos mosteiros do Tibete. Era considerada uma raça sagrada, pois a alma de antigos lamas habitaria o corpo desses cães. Os lhasas não podiam ser vendidos – apenas presenteados, como um voto de boa sorte. Na década de 1930, o Dalai Lama agraciou um casal americano com uma ninhada, e os peludinhos se espalharam pelo continente.

Buldogue Inglês:

Eles eram cães de briga que enfrentavam adversários com dez vezes o seu tamanho. Por isso, os criadores privilegiavam os exemplares mais ferozes, musculosos e resistentes à dor. Foi assim até o começo do século 19, quando os britânicos baniram esse tipo de divertimento. A proibição alterou a forma como a raça era selecionada. Dali em diante, os filhotes mais dóceis ganharam privilégio. Alguns filhotes foram levados à França por artesãos ingleses. Lá, cruzaram com os terrier boules – exímios caçadores de ratos, egressos da Bélgica. Daí surgiram os bouledogues, como os franceses os chamam ainda hoje. No início do século 20, o cão virou febre em Paris. Era a raça dos artistas e intelectuais.

Golden retriever:

Amáveis, esses cães são utilizados em terapias e também como guias para cegos e cadeirantes. Dudley Marjoribanks, o Barão de Tweedmouth, era um político escocês e criador de cães. No século 19, ele queria produzir uma raça de porte médio, obediente e fácil de treinar. O cão teria de nadar em água gelada para pegar peixes e acompanhar os caçadores de aves nas florestas. Hoje, a raça elaborada por Lord Tweedmouth tornou-se o sonho de consumo de boa parte dos cachorreiros do mundo. O belo golden retriever é o quarto colocado no ranking de inteligência canina, do especialista Stanley Coren.

Labrador:

Marley, astro do filme Marley e Eu, lançado em 2008, fez muitos chorar e também ajudou a colocar a raça em evidência. Vai bem como cão-guia e também ajuda em resgates. O olfato apurado lhe permite encontrar vítimas de avalanches enterradas em até 6 m de neve. A raça descende do cão-de-são-joão, originário da província canadense de Terra Nova e Labrador. Hoje extinto, ele ajudava os pescadores a recuperar peixes caídos das redes. No século 19, o país elevou impostos sobre os cães para proteger os rebanhos de ovelhas. O cão-de-são-joão só não sumiu à época porque dois ingleses haviam levado filhotes para a Europa. Os exemplares dessa criação passaram a ser chamados de labradores

Maltês:

Os primeiros registros do maltês passam dos 6 mil anos. E há uma controvérsia sobre a sua origem. Alguns especialistas creem que a raça – também chamada de bichon – surgiu na Ásia. Mas a teoria mais aceita aponta a ilha de Malta, próxima da Itália, como berço. Daí o nome. O maltês dava lucro aos marinheiros do passado. Acreditava-se que os pelos do cão podiam curar doenças. Então, os antigos usavam os fios para fazer luvas.

Pinscher:

O pinscher é o famoso pequenino e nervosinho, com cores que vão do caramelo ao preto. Desconfiado, por isso, é um ótimo cão de guarda, considerado uma miniatura do dobermann. Cuidado antes de esmagar um pinscher, pois a raça tem ossos frágeis e sofre fraturas com facilidade.

E como amantes de cachorros não podemos esquecer que temos que trata-los com responsabilidade.

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